sábado, 13 de novembro de 2010

Maquinas


Alucinação constante da minha mente entorpecida, realidade não pode ser, ilusão, não.
Onde devo ir? Talvez esta seja a constante, possuo o toque da desgraça. Onde minhas mãos segurem, onde meus olhos alcancem tudo desmorona de forma impetuosa. Independente dos meus esforços para manter tudo no lugar. É inevitável o paradigma do inferno.
Sou a reencarnação do medo humano, a ausência de sentimentos reais me corrói sutilmente. O não saber do saber maior, me torna um animal a procura de satisfação. A falta de sentimentos reais, a ausência de relacionamentos duradores me arrasta para a igualdade infeliz com as maquinas. Desejo sentir algo realmente profundo por alguém, não uma coleção incessante de interesses terrenos ou uma simples obsessão carnal. Possuo o desejo real e verdadeiro de uma paixão solida e real.
Enquanto isto não vêm, a minha escuridão interna bombardeiam a realidade exterior transformando o meio externo no inferno interior.

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